Exposição > Artista Articulação

> A música visual no Brasil

Formado por Dino Vicente, Marcus Bastos, Rodrigo Gontijo e Sergio Basbaum, o Grupo MVM se reuniu em torno de referências e marcos da música visual no Brasil e concebeu uma mostra comentada para o AVXLab.

Rodrigo Gontijo

Rodrigo Gontijo é artista, pesquisador e professor na Universidade Estadual de Maringá. Doutor em Multimeios pelo Instituto de Artes da Unicamp, é autor de artigos e capítulos de livros publicado sobre cinema experimental e expandido. Membro da AsAECA (Asociación Argentina de Estudios sobre Cine y Audiovisual) e SOCINE (Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual), desenvolve projetos de live cinema, instalações, filme-ensaio e documentários.

Dino Vicente

Dino Vicente é músico, produtor e artista sonoro com mais três décadas de atuação. Compositor de trilhas sonoras para cinema, escreveu e produziu trilhas para filmes como “Viola Perpétua” (2018), “Inaudito” (2017) e “Muito Além do Cangaço” (2016), para citar alguns. Pioneiro na síntese analógica e tecnologia digital na cena brasileira, tem se dedicado a performances de música, instalações, cinema expandido, oficinas e perfomance audiovisual para crianças

Sérgio Basbaum

Sérgio Basbaum: artista, pesquisador e músico, é doutor em Comunicação e Semiótica (PUC-SP), com pós-doutorado em filosofia (Unesp). Professor do programa de pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (TIDD) da PUC-SP e coordenador da Pós Graduação em Música e Imagem da Faculdade Santa Marcelina, é autor de “O primado da Percepção e suas consequências midiáticas” (Intermeios-FAPESP, 2016), entre outros livros e artigos. Como compositor, instrumentista, produtor e arranjador, lançou dois álbums de composições originais.Em 2018, lançou “Redesejo – logo haicais e outros poemas” (Laranja original).

Marcus Bastos

Marcus Bastos é professor e curador. Foi curador de mostras como Performix (2014), Sistema/Ecos (2013), Instalação: Vídeo (Mostra SESC de Artes 2010), Geografias Celulares (2009, Fundação Telefônica Buenos Aires e Lima), Claro Curtas (2008), Ruído (2008, Itaú Cultural) e Que situação, hein, Debord? (2007, CCBB São Paulo e Rio de Janeiro) e do Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis (2007 a 2011). Em 2017, criou as performances Incertezas, com Dudu Tsuda e Camille Laurent, apresentada no ON/OFF do Itaú Cultural e 0802, com Alexander Peterhaensel, apresentada no Club Transmediale Vorspiel, no Spektrum (Berlim).